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A importância da aplicação das habilidades humanas no trabalho do administrador

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por Ighor Érico Flora dos Santos ” 06/07/2015 10h32

Por Ighor Érico Flora dos Santos

            Administrar não é uma tarefa fácil. Deve-se levar em consideração diversos fatores contrários ao esforço do gestor, fatores esses de origens distintas. Um dos problemas comumente encontrados pelo administrador é o relacionamento humano. Para gerir esses problemas deve-se ter uma habilidade conhecida como humana. O trabalho do administrador tem sido afetado diretamente por ocasiões que fazem com que pessoas de uma determinada organização se desmotivem ou exibam-se em  situações conflitantes. É comum em um ambiente de trabalho qualquer a insatisfação de alguém com a remuneração e independente da capacidade de persuasão dessa pessoa, o coletivo ou maior parte dele acaba sendo “contaminado” pela insatisfação. A partir daí entra o mediador de conflitos, responsável por identificar e solucionar o problema de modo democrático ou autocrático. Liderar uma equipe parece fácil, porém não é. É preciso imparcialidade para dirimir quaisquer dúvidas ou crises dentro do círculo funcional.

            A democracia usada de forma correta faz com que a equipe adentre em um estado de harmonia. Isso é fundamental para o alcance dos resultados esperados. Um dos pontos que mais chamam a atenção em um líder, não chefe (chefe sugere autocracia), é a capacidade de envolver sua equipe. É impressionante como alguns líderes conseguem formar verdadeiros discípulos. Essa capacidade de cativar a todos e inspirar confiança para seus colaboradores é a chamada habilidade humana. Em alguns casos, comuns por acaso, usa-se de autocracia. Uma das vantagens (quem dirá a mais importante) de ser um líder autocrático é a resposta imediata dos resultados. Um administrador com uma habilidade humana bem afiada sabe em que ocasiões usar de autocracia ou democracia.

            Portanto, acredita-se que o administrador deverá possuir essa característica para que ele possa fazer com que os conflitos que emergirem de uma organização possam ser resolvidos de forma efetiva. A não resolução dos problemas para uma organização significa risco.  O risco sempre rondará uma organização, mas, cabe ao gestor estar atento para os fatores causadores e de forma enérgica ou não, solucioná-los. Isso não foi e nunca será uma tarefa fácil.