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Capital Humano: o diferencial de 2016

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por Adm. Meyriany Pereira ” 04/03/2016 08h59
Diante das constantes crises em diferentes áreas no Brasil, o questionamento que fica é: como a administração poderá ajudar a atual crise brasileira?

Por Adm. Meyriany Pereira

O ano de 2015 foi marcado por grandes acontecimentos em Brasília, tornando um ano inesquecível na política brasileira o que refletiu em nossa economia com assuntos sempre conturbados em pauta como ajustes fiscais, inflação, dívidas com a União, CPMF, etc.

Todos esses impactos foram sentidos no ‘final da linha’ por empresas de variados portes e segmentos. Tendo quedas significativas no lucro e o aumento de contas a pagar, seja pelo preço da gasolina, seja pelo reajuste do preço de fornecimento de luz ou pela alta do dólar. Então é dado aos líderes o desafio de reestruturação de suas respectivas hierarquias, a temida redução de quadro.

O entendimento é simples, se estamos com problemas econômicos, precisamos economizar. E economizar requer cortar custos. Um subprocesso que é tranquilamente realizado por quatro pessoas, passa a ser realizado de forma não tão tranquila assim, por apenas três. E quando esses cortes de custo começam a ser executados, eis que surge nas pessoas que ficam um sentimento destruidor: a aflição! A aflição de ser demitido de um emprego a qualquer momento, a aflição de não atender mais às expectativas dos chefes... Aflição!

Ao que tudo indica, por economistas e estudiosos políticos, em 2016 teremos grandes desafios a serem vividos e vencidos por pessoas, empresas e pelo governo.

E em 2016 eu aposto no diferencial humano para que se faça a mudança necessária, principalmente, nas questões empresariais. Os profissionais que conseguirem se adaptar, e controlar a aflição que há em momentos de crise, será os profissionais que manterão a mente em pleno funcionamento: pensando em soluções inovadoras.

Ter ideias propulsoras ao sucesso e controlar as emoções em momentos difíceis, não é uma receita de bolo para atingimento de metas e nem conceitos de palestra motivacionais, porém, sabemos que utilizar a inteligência num ritmo de trabalho cada vez mais mecanizado, onde as ideias são colocadas em segundo plano, é um desafio às pessoas que sabem que a aplicação do capital humano podem favorecer a otimização de tempo e planejamento de retorno financeiro.

Chiavenato (2000), diz que a principal vantagem competitiva das empresas decorre das pessoas que nela trabalham. Portanto, não só em 2016 as pessoas serão o diferencial, mas será a prova que com tecnologias de ponta, equipamentos de última geração e uma linha de produção em perfeito funcionamento, não será a solução de tais dificuldades, se não houver personalidade com competência, habilidade e atitude para se manter pensando com inteligência em tempos conturbados.

E personalidade é a condição de ser humano!