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2013: Ano Nacional da Fiscalização da Profissão de Adm.

Câmara de Fiscalização e Registro do CFA cria programa que executará projetos voltados para área da fiscalização

Câmara de Fiscalização e Registro do CFA cria programa que executará projetos voltados para área da fiscalização
2013: Ano Nacional da Fiscalização da Profissão de Administrador

O Conselho Federal de Administração (CFA) elegeu 2013 para ser o ano da Fiscalização.  A proposta da iniciativa é mostrar aos profissionais de Administração e a sociedade em geral que a preservação das áreas de atuação dos profissionais de Administração está diretamente ligada à fiscalização do exercício profissional.

Segundo o Conselheiro Federal e Diretor da Câmara de Fiscalização e Registro do CFA, Adm. Rui Ribeiro, a fiscalização deve acontece em todos os setores, tanto público quanto privado. “É preciso fiscalizar as empresas empregadoras e os órgãos públicos das esferas federal, estadual e municipal, nos três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário -, as empresas e entidades que exploram atividades de Administração nos seus diversos campos, bem como do exercício dos profissionais que devem ser registrados no Sistema CFA/CRAs”, diz.

Mas, afinal, o que é fiscalização? Para o Conselheiro, é preciso, primeiramente, observar os preceitos que norteiam a atuação dos profissionais de Administração e organizações. O trabalho do profissional de Administração, de acordo com Rui Ribeiro, implica compromisso moral com o indivíduo, cliente, a organização e com a sociedade, e impõe deveres e responsabilidades indelegáveis.

Além disso, a exploração de atividades por pessoas jurídicas nos campos de atuação privativos do Administrador leva, também, tais entidades a observarem os referidos preceitos. “Portanto, no Sistema CFA/CRAs, podemos entender a fiscalização do exercício da profissão de Administrador como sendo a obrigação dos Agentes de Fiscalização de observarem se houve infringência dos dispositivos legais e morais, definidos na Lei nº 4769, de 1965, no Regulamento da Profissão, aprovado pelo Decreto nº 61.934, de 1967, e no Código de Ética do Profissional de Administração, aprovado por Resolução Normativa do Conselho Federal de Administração”, defende o Diretor.

O Conselheiro explica, ainda, que a fiscalização é a obrigação dos Conselhos Regionais de Administração (CRAs), por intermédio de seus Agentes, de verificar a regularidade formal do registro dos profissionais, das empresas, escritórios e entidades que explorem atividades típicas de administração, assim como o respeito pelas empresas empregadoras e os governos quanto ao preenchimento dos cargos típicos de Administrador, do cumprimento das obrigações tributárias (anuidades), e a correta aplicação do conteúdo técnico-científico da ciência da administração pelos seus filiados.

Assessoria de Imprensa CFA