:: Provão


Média geral e desvio padrão para os cursos de Administração a partir   de 2001
Médias dos Cursos nos exames Nacionais de Cursos de 1997 a 2000

Números
Boicote
Aplicação das Provas
O Perfil dos Graduandos
Atividades relacionadas à aprendizagem dos graduandos
Características do Curso de Administração na percepção dos   graduandos
Comissão de Avaliação do Curso de Administração
Cursos 5 estrelas
Expansão está acontecendo com Qualidade
Cursos com "D" e "E" conseguem elevar conceitos


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» Média geral e desvio padrão para os cursos de Administração a partir   de 2001.

Administração
Média geral e desvio padrão

Média geral
Desvio padrão
Média mínima
Média máxima
31,3
5,8
8,1
57,4

Fonte: DAES/INEP/MEC – ENC/2001

Ponto de corte para atribuição dos conceitos

Conceitos
nº de cursos
% de cursos
Ponto de corte
A
75
15,1
cima de 37,1 (inclusive)
B
49
9,9
entre 37,1 e 34,2 (inclusive)
C
204
41,0
entre 34,2 e 28,4
D
112
22,5
entre 28,4 (inclusive) e 25,5
E
57
11,5
abaixo de 25,5 (inclusive)

Fonte: DAES/INEP/MEC – ENC/2001



» Médias dos Cursos de Administração nos exames Nacionais de Cursos de 1997 a 2000.
      • 1997 - 38,6;
      • 1998 - 37,3;
      • 1999 - 37,7
      • 2000 - 34,9


  • » Números:
  •           O quinto Exame Nacional de Cursos, realizado em 11 de junho de 2000, apresentou um crescimento de 34,3% de cursos avaliados, em comparação a 1999.
              Dos 191.656 alunos que estiveram presentes ao Provão, 42.672 (graduandos e graduados) são alunos do curso de Administração, representando 22,26% do universo de alunos presentes ao exame.


  • » Boicote:
  •           O índice de respostas ao Provão 2000 confirmou o fim do boicote ao exame. Neste ano, 98,6% dos alunos que estiveram presentes responderam às questões apresentadas. No caso de Administração, ocorreram apenas 0,2% de provas em branco.


  • » Aplicação das Provas:
  •           Para acompanhar a aplicação das provas, o INEP credenciou observadores externos, que estiveram nos locais das provas para verificar as circunstâncias em que se realizou o Exame e fornecer subsídios para o aperfeiçoamento do processo de aplicação das provas.
              Foram observadores externos, além dos membros das Comissões de Cursos, representantes da sociedade civil, indicados pelas seguintes entidades: Associação Nacional de Cursos de Graduação em Administração - ANGRAD, Conselho Federal de Administração - CFA e Federação Nacional dos Estudantes de Administração - FENEAD.


  • » O Perfil dos graduandos:
  • 52,4 % são do sexo Masculino e 47,6% do sexo feminino;
  • 72,2% são solteiros;
  • 34,1% possuem renda familiar situada entre R$ 1.511,00 a R$ 3.020,00;
  • 57,7% trabalham em tempo integral (40 horas semanais ou mais);
  • 45,5% usavam carro ou motocicleta própios;
  • 49,4% têm microcomputador em casa e o utilizam bastante;
  • 41,4% leram de dois a três livros não escolares ao ano, durante o curso;
  • 38,7% lêem jornais diariamente;
  • 44,1% utiliza a TV como meio principal de atualização dos acontecimentos;
  • 27,2% lêem, escrevem e falam razoavelmente o inglês;
  • 55,2% o conhecimento da língua espanhola é praticamente nulo;


  • » Atividades relacionadas à aprendizagem dos graduandos:
  • 46,1% utilizavam a biblioteca com razoável freqüência;
  • 47,7% dedicaram, em média por semana, uma a duas horas de estudo;
  • 62,9% não desenvolveram nenhuma atividade acadêmica, além das obrigatórias;
  • 48,6% participaram de atividades culturais (palestras, conferências, etc) oferecidas pela instituição durante a realização do curso;
  • 56,1% utilizaram, mais freqüentemente, o acervo da biblioteca da instituição ao realizar atividades de pesquisa;
  • 51,6% utilizaram mais o microcomputador nos trabalhos profissionais;


  • » Características do Curso de Administração na percepção dos graduandos:
  • 34% responderam que a maior contribuição do estágio curricular supervisionado foi a demonstração da necessidade de estudo contínuo para eficiente exercício profissional;
  • 24,9% afirmaram que algumas disciplinas poderiam ter seu conteúdo integrado ao de outras;
  • 27,1% afirmaram que o currículo deveria incorporar novas disciplinas;
  • 42,8% afirmaram que o curso deveria ter exigido um pouco mais;
  • 54,1% afirmaram que a principal contribuição do curso foi a formação profissional;
  • 39,2% afirmaram que a capacidade lógica/análise crítica foi a habilidade melhor desenvolvida;
  • 54,4% afirmaram que a maior parte dos professores demonstrava empenho, assiduidade e pontualidade;
  • 54,9% afirmaram que a maior parte dos professores demonstrava domínio atualizado da disciplina ministrada;
  • 33,5% tiveram aulas expositivas, aulas práticas, trabalhos de grupo e outras técnicas de ensino usadas predominantemente pela maioria dos professores;
  • 42,4% utilizaram processadores de texto, planilhas eletrônicas e programas de apresentação gráfica;
  • 41,6% afirmaram que em poucas disciplinas foram solicitados a realizar atividades de pesquisa como estratégia de aprendizagem;
  • 42,4% utilizaram apostilas e resumos indicados pelos professores;
  • 77,5% afirmaram que a maioria dos docentes adotava provas escritas discursivas na avaliação;
  • 44,6% afirmaram que nas aulas teóricas as turmas tinham entre 31 e 50 alunos;
  • 37,9% afirmaram que raramente foram oferecidas aulas práticas;
  • 60,4% afirmaram que os equipamentos dos laboratórios eram atualizados e bem conservados;
  • 55,3% afirmaram que o acesso aos microcomputadores era limitado pelo seu número insuficiente ou pelo horário em que estavam disponíveis;
  • 37,5% afirmaram que o acervo da biblioteca era medianamente atualizado, face às necessidades curriculares do curso;
  • 68,0% afirmaram que a biblioteca oferecia serviço de empréstimo de livros para todo o seu acervo;
  • 49,3% afirmaram que o acervo da biblioteca atendia razoavelmente ao alunado do curso;
  • 52,1% afirmaram que o serviço de pesquisa bibliográfica oferecido pela instituição dispunha de sistema informatizado local;
  • 66,6% afirmaram que a biblioteca oferece horário de funcionamento plenamente adequado;
  • 50,3% afirmaram que as instalações da biblioteca são plenamente adequadas para a leitura e estudo.


  • » Comissão de Avaliação do Curso de Administração:
  •           PORTARIA N° 2403, de 09 de novembro de 2001
    Publicada no D. O. de 13 de novembro de 2001, Seção 2
  • A MINISTRA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, INTERINA, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto no artigo 3° da Lei 9.131, de 24 de novembro de 1995, considerando o inciso III do artigo 17 do Decreto n° 3.860, de 9 de julho de 2001, e nos termos do artigo 4° da Portaria n° 1.843, de 31 de outubro de 2000, resolve:
  • Art. 1° Designar para compor a Comissão de Avaliação do Curso de Administração, os seguintes professores: Dryden Castro de Arezzo, da Universidade Federal Fluminense; Geraldo Vieira da Costa, da Universidade do Amazonas; Hudson Fernandes do Amaral, da Universidade Federal de Minas Gerais; Rui Otávio Bernardes de Andrade, da Universidade Estácio de Sá e da Universidade Gama Filho; Tânia Maria Diederichs Fischer, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Valter Beraldo, da Universidade de São Paulo; Vítor Francisco Schuch Júnior, da Universidade Federal de Santa Maria e das Faculdades Integradas Ritter dos Reis.
  • Art. 2° A Comissão terá as seguintes atribuições: a) definir abrangência, objetivos, diretrizes e outras especificações necessárias à elaboração dos instrumentos de avaliação a serem aplicados no Exame Nacional dos Cursos de Administração, no ano 2002; b) proceder a uma avaliação do Exame Nacional dos Cursos de Administração de 2002, com o objetivo de aprimoramento do processo; c) estabelecer procedimentos e orientar o processo de avaliação in loco das Condições de Ensino dos Cursos de Administração.
  • Art. 3° Os trabalhos da Comissão serão coordenados pela Diretoria de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior (DAES), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP). Parágrafo único. A Comissão encerrará suas atividades em 31 de outubro de 2002.
    Art. 4° Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
    MARIA HELENA GUIMARÃES DE CASTRO
  •           Os professores, Rui Otávio Bernardes de Andrade e Geraldo Vieira da Costa são Conselheiros Efetivos do Conselho Federal de Administração, consolidando o apoio dessa Entidade de Classe ao processo de melhoria da qualidade dos Cursos de Administração no Brasil.


  • » Cursos 5 estrelas:
  •           Entre os cursos de Administração que realizaram o Provão desde 1996, 13 deles conseguiram cinco conceitos "A" consecutivos. A excelente performance dos alunos no Exame garantiu que essas 13 instituições fossem classificadas como "cinco estrelas". Entre as 13, 7 são públicas e 6 são privadas.
  • Relação das Instituições com quíntuplo "A":
  • Escola de Administração de Empresas de São Paulo - São Paulo/SP - privada;
  • Escola Superior de Propaganda e Maketing - São Paulo/SP - privada;
  • Faculdade de Administração da Fundação Armando Álvarez Penteado - São Paulo/SP - privada;
  • Faculdade Ruy Barbosa de Administração - Salvador/BA - privada;
  • Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - São Paulo/SP - privada;
  • Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro/RJ - privada;
  • Universidade de Pernambuco - Recife/PE - Estadual;
  • Universidade de São Paulo - São Paulo/SP - Estadual;
  • Universidade de São Paulo - Ribeirão Preto/SP - Estadual;
  • Universidade Federal de Pernambuco - Recife/SP - Federal;
  • Universidade Federal de Santa Maria - Santa Maria/RS - Federal;
  • Universidade Federal de Uberlândia - Uberlândia/MG - Federal;
  • Universidade Federal do Paraná - Curitiba/PR - Federal.


  • » Expansão está acontecendo com Qualidade
  •           Os cursos instalados após a criação do Provão, em 1996, vêm alcançando melhores resultados do que os cursos que já existiam naquela época.
              Os resultados do exame mostram que os cursos de Administração instalados após a implantação do Provão, 42,9% obtiveram conceitos A ou B em 2000. Enquanto isso, entre cursos que já estavam em funcionamento naquela época, 31,2% obtiveram conceitos A ou B.
  •           O aumento do número de professores com mestrado e doutorado foi mais acentuado justamente nas áreas onde havia poucos docentes com esta titulação. Em 1996, esse índice era de 33%. Hoje, esses professores representam 44%.


  • » Cursos com "D" e "E" conseguem elevar conceitos
  •           Entre os 55 cursos que tiveram conceitos "E" em uma das duas listas para renovação da autorização, 56,4% elevaram seus conceitos. Já dos 76 cursos que obtiveram conceitos D, 48,7% alcançaram conceitos melhores em 2000.