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EDIÇÃO Ano XVI - N.º 50 - OUTUBRO de 2005  da RBA:

  Reportagem de Capa: 
 
- Administração no Brasil – 40 anos de história: O início da valorização da ciência da Administração no Brasil está relacionado a uma necessidade de ...

  Perfil:
  - Entrevista com o 1º presidente eleito do CFA após a intervenção: Adm. Guilherme Quintanilha de Al ... ler

  Artigos:

  Em Sintonia com o:
  - Mercado de Trabalho: ler
  - Mundo: ler

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Reportagem de Capa

O início da valorização da ciência da Administração no Brasil está relacionado a uma necessidade de aprimoramento da Administração Pública Federal para a adoção de mudanças e reformas sociais que permitissem alavancar o desenvolvimento do país. Transformações, idealizadas durante a gestão do presidente Getúlio Vargas, que a burocracia existente até então não era capaz de processar pelo seu despreparo técnico-profissional. Foi na Era Vargas, nas décadas de 30 e 40, que a Administração começou a ganhar espaço, importância e status como atividade profissional e campo de ensino, pesquisa e documentação. A criação da Lei 4.769, em 1965, que regulamentou a profissão, foi o resultado de um processo de amadurecimento dos primeiros administradores brasileiros, que perceberam a incapacidade de evoluir sem a proteção legal de seus direitos e da definição clara das atividades privativas do Administrador. Até 1930, o ensino da Administração Pública era sempre agregado aos cursos de Comércio, Direito, Ciências Sociais ou Engenharia. Mas é nessa época que começam a chegar no país as idéias de Frederick M. Taylor e Henry Fayol sobre a então chamada Administração Científica. Com o objetivo de preparar a máquina do Poder Executivo para as metas e propósitos da Revolução de 30, tornando-as duradouras e eficientes, o regime de Vargas trouxe consigo o fortalecimento de uma nova área de estudos que, por conseqüência, terminou resultando em uma nova profissão: Técnico de Administração. Embora o termo hoje nos remeta a uma qualificação de nível médio, na época referia-se aos postos máximos do serviço público, aos experts em Administração. Confira na íntegra a reportagem na edição nº 50 da RBA.



Perfil

Entrevista com o 1º presidente eleito do CFA após a intervenção: Adm. Guilherme Quintanilha de Almeida
Os anos de carreira do Administrador Guilherme Quintanilha de Almeida confundem-se com a história da profissão no país. Formado pela primeira turma da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (EAESP/FGV), em 1958, trabalhou pela Administração desde antes da edição da Lei 4.769/65, que regulamentou a profissão no Brasil. Foi Secretário da Receita Federal, Presidente da Macisa S/A Comércio e Indústria, membro do Conselho de Administração da Fundição Tupy S/, em Joinville (SC), presidente do Conselho Diretor do Liceu de Artes e Ofícios de São Pulo, presidente do Conselho Diretor do Inocoop, em São Paulo (SP) e o primeiro vice-presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). Atualmente, é diretor presidente da Sociedade de Educação Jorge Tibiriçá e membro do Conselho Administrativo do Inocoop, em São Paulo (SP). Eleito Presidente do Conselho Federal de Administração (CFA) em 1977, cargo que ocupou até 1986, o Administrador conta aqui as dificuldades enfrentadas pelo conselho naquela época e relaciona as principais conquistas, em sua opinião, dos 40 anos da profissão.



Em Sintonia com o Mercado de Trabalho
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Em Sintonia com o Mundo
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Reflexão