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Por detrás da decisão [ Matéria ]

por Administrador do portal 24/09/2014 14h56

 

Em todos os níveis, as decisões são tomadas dentro de uma empresa. Desde os níveis de supervisão e execução – que são as decisões do dia a dia, que visam mais à eficiência – até o nível estratégico (das decisões mais relevantes para a sobrevivência e crescimento da organização no futuro); passando pelo nível intermediário ou gerencial (das decisões mais táticas). E em todas essas camadas, as decisões podem ser vitais para o sucesso da empresa ou fatais para o fracasso. Certa ou errada, tão ou mais importante que a decisão é o ato de tomá-la. Isso porque detrás e antes desse ato estão vários fatores internos e externos que agem – sozinhos ou aliados – para que os riscos sejam os menores possíveis. Trata-se aqui daquele momento crucial em que o gestor tem que decidir por um plano e agir firme e certeiro.

E, nessa hora, o que será que conta mais: conhecimento teórico, estudo, atenção, feeling ou alguma outra habilidade? Para encontrar as respostas, foi fundamental o auxílio do Administrador Jorge Matos, presidente da Etalent, empresa de tecnologia especializada na gestão da Mudança Pessoal e na Educação do Comportamento, e autor do livro Talento Para a Vida. Mestre em Gestão Empresarial pelo ISCTE/FGV, ele atuou como executivo do Grupo Accor, Grupo Industrial João Santos e IT Companhia Internacional de Tecnologia e executou diversos projetos nas áreas de Gestão Empresarial, Recursos Humanos, Planejamento Estratégico, Gestão de Mudança e Educação, Vendas e Atendimento para Empresas. Atualmente, também é professor da Fundação Getúlio Vargas.

Segundo Matos, na hora H, várias questões podem tornar uma decisão difícil, uma delas é a falta de experiência. “A decisão é mais do que um simples sim ou não. Pressupõe um profundo conhecimento a respeito de todas as variáveis intervenientes ao processo, como sistema, ambiente, pessoas, competências, entre outras, que sejam capazes de levar a cabo aquilo que foi decidido”, afirma. Como complementa o especialista, a tomada de decisão é composta por vários elementos que devem ser

analisados em conjunto e dependem muito de onde e como se pretende chegar. “Uma decisão a ser tomada sobre um objeto complexo exige, por exemplo, muito conhecimento e estudo. Decisões que tenham natureza política e envolvem diversos fatores podem exigir muita habilidade. No que tange à atitude, dentro do nosso conceito de que atitude é tudo o que fazemos, sim, a atitude é fundamental.

Quando a atitude é aplicada como sinônimo de comportamento, neste caso assume papel especial, pois algumas pessoas tendem a ser mais centralizadoras e postergadoras e acabam não tomando as decisões no tempo adequado; enquanto outras o fazem mais rapidamente e às vezes sem considerar todos os elementos intervenientes”, explica.

“Todo gestor deve ter ao seu lado um grupo de pessoas que compartilham o mesmo sonho” Rogério Gonçalves

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