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Gente, a alma do negócio [Matéria]

por Administrador do portal 22/12/2015 16h12


Gente, a alma do negócio

“Cada vez mais, empresas e gestores tomam consciência e investem no maior componente gerador de resultados nas organizações: o ser humano.”

Não é muito difícil ligar a televisão para assistir ao telejornal, abrir uma página da web para conferir as notícias quentes do dia, ou sintonizar uma emissora de rádio dentro do carro a caminho do trabalho sem ouvir sobre a velha história da crise econômica. Ela ocasiona corte de gastos, preços de produtos e alimentos cada vez mais elevados, dólar em alta, diminuição dos valores em imóveis, entre tantos outros problemas consequentes desse fenômeno que, nos últimos tempos, tem atingido milhares de países pelo mundo. No Brasil, a situação não é diferente.

“Uma organização que valoriza o ser humano será desejada e almejada pelos profissionais competentes, pois conquistará conhecimentos, processos e resultados estruturantes"

O atual cenário do país se constitui em uma corrida contra o tempo para não perder a força da industrialização. Isso faz com que as empresas invistam pesado em aumento de capital, implantação de novas tecnologias, atividades de apoio e principalmente: na gestão de pessoas, o que significa dizer que servidores e funcionários conseguirão colocar em prática seus conhecimentos e habilidades para elevar não só a imagem do negócio, mas também conquistar o reconhecimento profissional e pessoal. A boa notícia é que esse “lance empresarial” tem sido cada vez mais certeiro no mercado de trabalho. As organizações, na atualidade, podem conseguir sobreviver a esse caos da economia mundial se tiverem atenção e comprometimento em como selecionam, tratam e valorizam seus funcionários. É ainda neste cenário de crise econômica no país que entidades acabam por conviver em um espaço globalizado e competitivo, decorrente de inovações tecnológicas que só podem ser superadas por um elemento diferencial, o ser humano. Na verdade, a tal “jogada” não se baseia em apenas pagar o melhor salário ou investir nos mais diversos benefícios ao empregado em prol de mantê-lo na empresa.

É preciso valorizar o que cada um tem de melhor em suas capacidades particulares, para que a empresa também cresça em um movimento de consonância com o desenvolvimento pessoal do colaborador. Com isso, Sérgio Campos, Administrador e diretor-presidente da Rhumo Consultoria, defende que a empresa que se preocupa em criar métodos para valorizar o empregado conquista tantos benefícios quanto o próprio colaborador. “Uma organização que valoriza o ser humano será desejada e almejada pelos profissionais competentes, pois conquistará conhecimentos, processos e resultados estruturantes, fortalecendo a relação de confiança entre empregador e empregado”, afirma.

A gestão de pessoas é o que fará a diferença na competição existente no mercado de trabalho. O que ocorre normalmente por empresas e entidades é a seleção de candidatos com alto nível de qualificação, cursos de especialização, fluência em línguas estrangeiras, entre outros exemplos clássicos que precisam estar presentes nos currículos. As empresas até conseguem contratar pessoas cujo potencial vai além do exigido, mas o despreparo para lidar com as potencialidades humanas pode fazer o trunfo de uma boa seleção se tornar um tiro no pé.