Você está aqui: Página Inicial / Edições / 113 / SETE COISAS QUE APRENDI APÓS 35 ANOS GERINDO PESSOAS [OPINIÃO]

SETE COISAS QUE APRENDI APÓS 35 ANOS GERINDO PESSOAS [OPINIÃO]

por Administrador do portal 05/09/2016 11h08

Por: Eduardo Pedreira

Tinha apenas 22 anos quando iniciei minha primeira experiência com a gestão de pessoas. Após três décadas fazendo isso quase todos os dias, aprendi que:

As pessoas mais estratégicas de um grupo não são necessariamente as que ocupam posições e cargos formais, mas as capazes de influenciar outros. A tarefa número 1 de quem gere um grupo de pessoas é influenciar e se deixar influenciar pelos influenciadores positivos, tentar diminuir o impacto dos negativos, isso sem jamais se tornar aquilo que se deseja neutralizar.

A pluralidade pode ser um inferno, senão estiver debaixo de forte alinhamento de interesses. As diferenças de personalidade, habilidades, talentos, opiniões, precisam acontecer dentro de uma harmonia de propósito. A variedade do grupo é um forte aliado; caso contrário, transforma-se em um bando com tendência a se autodestruir justamente pelas forças trabalhando desunidas, órfãs de um ideal comum.

A maioria das pessoas detesta mudanças pela sua mais óbvia razão: mudar é abandonar a zona de conforto. Entretanto, quando se percebe que você é a mudança que propõe, essa resistência natural diminui significativamente e abrem-se as portas para se respirarem novos ares (atenção: coerência de ser aquilo que se propõe não é garantia de que todo mundo vai aderir à mudança. Em um grupo, sempre existirão pessoas cujo medo de mudar é maior do que qualquer coisa, mesmo e inclusive uma liderança inspiradora).

Confira os outros itens na página 14 da edição 113 da RBA.