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Protestos contra a corrupção marcam o fim de semana

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por imprensa 09/12/2014 11h28
CFA também reivindica uma gestão pública mais eficiente

 

Na tarde do último sábado, 6 de dezembro, um grupo de manifestantes se reuniu na Avenida Paulista, em São Paulo, em um protesto contra a corrupção. Uma das frentes que articularam o protesto é o Vem pra Rua, que surgiu em junho do ano passado. Segundo os organizadores, os manifestantes protestaram contra as ações do governo federal ligadas à corrupção, o aparelhamento do Estado e a interferência entre os Poderes.

 

O Conselho Federal de Administração (CFA) também reivindica uma gestão pública mais eficiente. “Ninguém mais suporta tamanha falta de respeito com nossos recursos, pagos com tanto sacrifício”, justifica o presidente do CFA, Adm. Sebastião Mello. 

Pensando nisso, o CFA realizou ações que promoveram o combate a corrupção. Uma delas foi o “Movimento Brasil Profissional” que teve o propósito de reivindicar uma gestão pública mais consciente, formada por profissionais éticos e preparados, que prestem serviços para a sociedade com compromisso e responsabilidade, visando o desenvolvimento do país. Para participar da iniciativa, era preciso preencher o cadastro e assinar o manifesto em site específico. O CFA conseguiu mais de 10 mil assinaturas. 

Outra ação de bastante repercussão foi a publicação do livro “Despesa Pública e Corrupção no Brasil”, do promotor Ruszel Cavalcante. Na obra, editada pela Fundação Astrojildo Pereira (FAP) com apoio do CFA, além de desvendar as causas que levam a má gestão no país, o promotor Ruszel apresenta propostas para acabar com a corrupção. Ele diz, por exemplo, que “o Estado mais eficiente e austero é aquele que gasta nas áreas onde a sua atuação é mais necessária e eficiente”. Ele defende, ainda, que “um projeto nacional ou de gestão pública inovadora tem que enfrentar temas jurídicos construídos ou herdados por nós, como o caso do sistema de controle interno não só em nível municipal, mas fundamentalmente em nível de secretarias estaduais e ministérios federais, conhecido hoje com o nome de Controladorias Gerais, que se encontra esquecido ante as prioridades da nação”, diz.