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Administração: Ciência Melhorando o Brasil

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por renata 18/08/2016 08h24

Brasília - O Deputado Izalci Lucas Ferreira, manifestou apoio à revisão que visa a participação e habilitação do público da Administração e outras ciências às bolsas do Programa do governo Ciência sem Fronteiras. As afirmações foram dadas durante audiência pública realizada no dia 13 de dezembro na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados sobre o assunto.

 

Segundo Izalci, “O objetivo da audiência pública foi atingido, objetivo esse que era, exatamente,  mostrar os problemas. Sabemos que o programa é maravilhoso, todos nós reconhecemos que precisa ser aperfeiçoado. É um desejo de todos nós melhorar a educação deste país e investir em ciência e tecnologia, é importante que alguns cursos sejam integrados já nos novos editais”.

 

O Programa “CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS” disponibiliza bolsas a estudantes, professores, pesquisadores e profissionais que desejam estudar ou se aperfeiçoar no exterior e, até mesmo, no Brasil. O referido programa definiu 18 áreas prioritárias de atuação, tais como, engenharia, ciências biológicas e da saúde

 

Todavia, a lista de 18 áreas selecionadas como prioritárias pelo Governo deixa de fora a maior parte das grandes áreas das ciências sociais e humanas. Assim, Administradores, Economistas e Contadores, por exemplo, não conseguem se habilitar às bolsas. Ou não seriam elas Ciência? O agigantamento do poder das redes sociais anuncia a supremacia do “calor das humanas sobre a frieza dos números”.

 

Márcio Ramos apresentou dados do cenário de CT&I no Brasil e no mundo, onde se constatou o avanço impressionante da Coreia na últimas 02 décadas. Fato ocorrido devido a investimentos maciços em pesquisa e desenvolvimento.

 

“Não existe mágica para avanços econômicos de um país. Para haver riqueza econômica e social é preciso investir grande parte do nosso PIB em pesquisa e desenvolvimento," destacou.

 

“Nós estamos aqui para argumentar elementos essenciais para o desenvolvimento da competitividade brasileira. Essa é a nossa principal preocupação. Nós queremos melhorar o sistema de inovação nacional. Queremos ter um país competitivo, empresas competitivas e sabemos que estamos sofrendo nessa frente. Esse é um programa de magnitude excepcional, o maior de toda a história do Brasil e certamente um dos maiores do mundo. É um grande desafio e estamos aqui para ajudar. Para contribuir.”

 

“Nós acreditamos que a partir do momento que se investe fortemente em educação e tecnologia o país dá um grande passo. No entanto, nós entendemos que áreas da gestão como administração, contabilidade, economia e outras tantas, precisam e devem ser incluídas. Nosso país, para ser um pais forte, precisa de empresas fortes. Nós nos enquadramos em um tipo de economia tida como emergente, para que nós tenhamos um status de país desenvolvido, precisamos ter empresas competitivas, e para isso devemos investir na formação dos nossos estudantes”.

 

“Eu tenho perfil de excelência na Universidade de Brasília, mas de que me adianta isso se eu não tenho a oportunidade de melhorar o meu país”, disse Maria Luíza, estudante de  Biblioteconomia.

 

“O CRA-DF luta pela inclusão de uma nova área prioritária no rol de áreas contempladas no programa CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS: Administração e gestão, além de viabilizar a participação e habilitação do público da Administração e outras ciências às bolsas do CIÊNCIA SEM FRONTEIRAS”, disse o presidente do CRA-DF.

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Fonte: Assessoria CRA-DF